<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ecosofando &#187; Consumo</title>
	<atom:link href="http://www.ecosofando.com.br/tag/consumo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ecosofando.com.br</link>
	<description>Só mais um site WordPress</description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Nov 2011 16:52:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Consumo consciente como exercício de cidadania</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2011/02/08/consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2011/02/08/consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 13:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogagem Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=259</guid>
		<description><![CDATA[REEDIÇÃO DO POST PUBLICADO EM 17 de DEZEMBRO de 2008&#8230;
Quando o blog &#8220;A vida como a vida quer&#8221; divulgou a Blogagem Coletiva sobre Consumo Consciente, eu fiquei muito animado. Considero este assunto extremamente importante, pois entendo que, por meio de nossas escolhas de consumo, efetivamente, transformamos o mundo à nossa volta.
É comum ouvirmos que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REEDIÇÃO DO POST PUBLICADO EM 17 de DEZEMBRO de 2008&#8230;</p>
<p>Quando o blog &#8220;<a title="A vida como a vida quer" href="http://www.samshiraishi.com/consumo-consciente/" target="_blank">A vida como a vida quer</a>&#8221; divulgou a Blogagem Coletiva sobre Consumo Consciente, eu fiquei muito animado. Considero este assunto extremamente importante, pois entendo que, por meio de nossas escolhas de consumo, efetivamente, transformamos o mundo à nossa volta.</p>
<p>É comum ouvirmos que o <strong>voto</strong> é a expressão máxima do exercício da cidadania. Que o voto é a ferramenta mais poderosa nas mãos do cidadão comum. Não discordo completamente destas afirmações, porém, considero que nossas <strong>escolhas de consumo</strong> constituem uma ferramenta mais efetiva.</p>
<p>Durante as eleições, destinamos (ou deveríamos destinar) nossos votos a aqueles candidatos que consideramos (baseado em seu histórico, suas promessas, relações políticas, etc&#8230;) mais capazes de promover as mudanças que achamos importante para nossa comunidade (país, estado, cidade, planeta, etc&#8230;).<br />
Quando elegemos um candidato, transferimos nosso poder de escolha (política). Ele será nosso representante nas decisões que afetarão nossa comunidade, durante os próximos 4 anos. Se, durante este período, este político decidir deixar de nos representar (pois mudou suas opiniões, ou mentiu sobre elas), teremos o poder de rejeitá-lo, nas próximas eleições (daqui a 4 anos). Claro que, para isso, precisamos lembrar em quem votamos, o que não é muito comum.</p>
<p>Quando consumimos um determinado bem (produto, serviço ou informação), estimulamos, em primeira instância, sua permanência no mercado. Estimulamos, também, uma rede de processos sócio-ambientais, relacionadas ao seu ciclo de vida (produção, distribuição, consumo, descarte, entre outros) que, efetivamente, transformam a comunidade em que vivemos (localmente e/ou globalmente). Portanto, da mesma forma que o voto, nossas escolhas de consumo têm um poder transformador sobre a sociedade. Mas, diferentemente do voto, este poder pode ser exercido várias vezes ao dia. Se a instituição responsável pela produção do bem, não tem os valores e o comportamento que achamos corretos, podemos rejeitá-la na próxima ida ao mercado, mudando de canal ou estimulando outras pessoas a não consumi-la.</p>
<ul>
<li>Qual seria o impacto sobre o meio-ambiente se, efetivamente, reduzíssemos a utilização de água, luz e outros recursos, dentro da nossa casa?</li>
<li>Qual seria o impacto na linha produtivas das empresas se, efetivamente, nos recusássemos a comprar de quem polui, utiliza de trabalho infantil ou abusa de seus funcionários?</li>
<li>Qual seria a reação de quem produz com baixa qualidade, com alto grau de obsolescência e com prejuízos sócio-ambientais se, efetivamente, nos preocupássemos em consumir bens de consumo duráveis e sustentáveis?</li>
<li>Qual seria o impacto sobre as oportunidades no campo, na segurança alimentar da comunidade, na saúde pública, nas decisões políticas sobre reforma agrária, no preço do alimento se, efetivamente, consumíssemos de produtores locais e orgânicos, por exemplo?</li>
<li>Do que viveriam pessoas e instituições corruptas que encurtam ou desviam os procedimentos legais se, efetivamente, não utilizássemos seus serviços (como a propina que acelera procedimentos burocráticos ou nos tira de situações comprometedoras)?</li>
<li>Qual seria o reflexo sobre a violência se, efetivamente, deixássemos de comprar produtos roubados e pirateados ou de utilizar as chamadas &#8220;drogas leves&#8221;, que financiam o crime organizado?</li>
<li>E, por fim, qual seria o impacto sobre nossa sociedade se, efetivamente, percebêssemos que, a partir de nossas decisões de consumo, que temos que tomar várias vezes ao dia, temos o <strong>poder </strong>de reformar a sociedade em que vivemos?</li>
</ul>
<p>Portanto, acredito que o ato de consumir é o verdadeiro <strong>poder</strong> transformador do <strong>cidadão</strong> e, como tal, deve ser exercido da forma mais racional e <strong>consciente</strong> possível.</p>
<p>Para deixar mais claro o papel fundamental do ciclo de vida de um bem de consumo, na transformação de nossa sociedade, assista o documentário &#8220;<a title="A história das coisas" href="http://br.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E" target="_blank">A História das coisas</a>&#8221; (de Annie Leonard) ou acesse o <a title="Instituto Akatu" href="http://www.akatu.org.br" target="_blank">site do instituto Akatu</a> (contém o melhor artigo sobre consumo consciente que eu já li).</p>
<p>Mas o que é o consumo consciente? Consumo consciente é o equilíbrio entre a satisfação pessoal e a sustentabilidade.<br />
Um bem sustentável se entende por um bem com um ciclo de vida <strong>ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável</strong> [vide <a title="Akatu - Consumo Consciente" href="http://www.akatu.org.br/consumo_consciente/oque" target="_blank">Akatu - Consumo Consciente</a>]. Portanto, consumir conscientemente é estar sempre <strong>atento</strong> a estes aspectos.</p>
<p>É muito importante notar que a decisão de consumo, na maioria das vezes, acontece em frações de segundo e que, normalmente, a <strong>razão</strong> tem pouca (ou nenhuma) participação neste processo, como afirma uma pesquisa apresentada em um artigo recente da revista Veja. Esta pesquisa aponta, também, as estratégias utilizadas pelos fornecedores para estimular (com apelo emocional &#8211; impulsividade, emoção, sentidos) nossa decisão de compra (aromas artificiais, sensação de negócio imperdível, o <em>status</em> que este produto proporciona, etc&#8230;etc&#8230;etc&#8230;).<br />
A obsolescência é outra arma muito utilizado no mercado e, talvez, seja o principal mecanismo de consumo inconsciente (obsolescência planejada &#8211; o produto é feito para durar pouco; obsolescência aparente &#8211; tem sempre um modelo novo deixando o seu produto, recém adquirido, &#8216;fora de moda&#8217;).<br />
Porém, para que o consumo seja consciente temos a difícil (porém fundamental) tarefa de exercitar a <strong>razão</strong> durante todo este processo.</p>
<p>Para exercer este <strong>poder</strong>, com liberdade, devemos tomar o <strong>controle</strong> sobre nossas decisões (sua decisão, seu julgamento, o que você quer <em>versus</em> o que <em>eles</em> querem que você queria).</p>
<p>Ah&#8230;Não podemos esquecer que o ato de <strong>consumir menos</strong> (consumindo somente o que é necessário, por exemplo) é, talvez, a mais eficiente entre as opções de consumo consciente. Para tanto, <strong>R</strong>epense, <strong>R</strong>eduza, <strong>R</strong>eutilize e <strong>R</strong>ecicle.</p>
<p>Apesar da grande importância das conferências, tratados e protocolos internacionais (Kyoto, COP14, RIO92,&#8230;) e suas metas, penso que devemos deixar o lugar de espectador e assumir o papel de protagonista desta história. Vamos criar <strong>nossas metas</strong>.<br />
Chega de esperar as grandes metas coletivas (elas devem refletir nossas pequenas metas pessoais)! Chega de esperar uma solução vinda <em>de cima</em>!<br />
Nós podemos começar a mudar, <strong>AGORA</strong>!</p>
<p>Por mais que nossa sociedade insista em passar a impressão de que não somos capazes disso, acredite, somos os únicos com este poder.</p>
<p>Quem sabe, daqui a alguns anos, não seremos mais chamados de <em>Sociedade de Consumo,</em> mas seremos lembrados como a <em>Sociedade de Abundância</em>. E que esta <strong>abundância</strong> seja, principalmente, de <strong>felicidade</strong>.</p>
<p><strong>Referências:</strong><br />
1 &#8211; A História das coisas &#8211; Annie Leonard;<br />
2 &#8211; Instituto Akatu;<br />
3 &#8211; &#8220;Anatomia do consumo&#8221; de Camila Pereira e Marcos Todeschini &#8211; Revista Veja &#8211; 17 de dezembro de 2008.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2011/02/08/consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que é nota fiscal paulista?</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2009/11/07/o-que-e-nota-fiscal-paulista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-e-nota-fiscal-paulista</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2009/11/07/o-que-e-nota-fiscal-paulista/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 18:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Prática]]></category>
		<category><![CDATA[nota fiscal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=360</guid>
		<description><![CDATA[
Em outubro de 2007 o Governo do Estado de São Paulo criou o Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal através do projeto da Nota Fiscal Paulista com o objetivo de incentivar aos cidadãos (consumidores) o hábito de exigir do estabelecimento comercial o documento fiscal (a nota ou o cupom fiscal). Segundo o governo, os consumidores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-362" title="fazendaspgov" src="http://www.ecosofando.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fazendaspgov.jpg" alt="fazendaspgov" width="406" height="650" /></p>
<p>Em outubro de 2007 o Governo do Estado de São Paulo criou o Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal através do projeto da Nota Fiscal Paulista com o objetivo de incentivar aos cidadãos (consumidores) o hábito de exigir do estabelecimento comercial o documento fiscal (a nota ou o cupom fiscal). Segundo o governo, os consumidores identificados pelo CPF ou CNPJ, no momento da compra, vão receber créditos e ainda vão se habilitar a concorrer a prêmios.</p>
<p>Toda vez que vamos pagar nossas compras em um estabelecimento comercial, o caixa nos pergunta:  Vai querer nota fiscal paulista?<br />
Nós, morrendo de pressa, respondemos mais que depressa: NÃO! Como quem diz a opção mais rápida minha filha.<br />
Depois, nos queixamos que o sistema não funciona e colocamos a culpa toda sempre nos políticos, nas empresas ou no outro. Quando é que vamos assumir nossas responsabilidades?</p>
<p>Não estou aqui defendendo nenhum político ou empresa, só estou alertando que o mundo nunca vai melhorar se você não fizer a sua parte. Se nós sempre acharmos que a nossa atitude e a nossa postura diante da vida não vai mudar o &#8220;sistema&#8221; e continuarmos a fazer a coisa errada só porque todo mundo faz, o mundo realmente não vai mudar nunca.<br />
Você não vai ficar rico pedindo a nota fiscal paulista, mas com certeza vai ajudar a combater a sonegação de empresas. E quem sabe, se tivermos um pouco de boa vontade política, este dinheiro vai ser bem investido.</p>
<p>Eu sei que aqui no Brasil nem sempre as perspectivas são boas, mas se nos apoiarmos nisto para fazer a coisa errada, o Brasil nunca vai mudar mesmo. Por isso, exerça sua cidadania. Faça sua parte. Se cada um de nós fizermos a nossa parte, a mudança será inevitável.</p>
<p>Eu ainda acredito que podemos construir uma história diferente, com mais justiça, mais igualdade, mais solidariedade, mais qualidade de vida, mais amor. Somos vítimas de nossas próprias atitudes. Se nossas atitudes nos trouxeram até aqui porque elas não podem nós conduzir a um futuro melhor?</p>
<p><strong>EXERÇA SUA CIDADANIA</strong></p>
<p>Primeiro você deve fazer uma solicitação de cadastramento<br />
Toda vez que você for às compras solicite a nota fiscal paulista.</p>
<p>https://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/login.aspx</p>
<p>CPF &#8211; Solicitação de cadastramento<br />
Você pode consultar seus créditos através do site da receita.</p>
<p><strong>Informações:</strong></p>
<p>http://www.brasiltech.net/informatiquez/2008/02/15/nota-fiscal-paulista-saiba-como-funciona-e-ganhe-dinheiro-exigindo-seus-direitos/</p>
<p>Esta é minha opinião hoje, não tenho um conceito fechado sobre nenhum assunto, assim eu posso mudar de idéia se você me der bons argumentos para isto. Espero que vocês contribuam com sua opinião!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2009/11/07/o-que-e-nota-fiscal-paulista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

