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	<title>Ecosofando &#187; animais</title>
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		<title>Os animais abandonados são nossa responsabilidade!</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 23:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Prática]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>

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		<description><![CDATA[Este fim de semana, ouvi no rádio, o conto que reproduzo a seguir.  Não sei quem é o autor.

O Jovem e as estrelas-do-mar
Numa praia tranqüila, morava um escritor.
Todas as manhãs ele passeava pela praia, olhando as ondas. Esta era sua forma de inspirar-se para escrever.
Um dia, caminhando pela areia, viu um jovem pegando estrelas-do-mar, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este fim de semana, ouvi no rádio, o conto que reproduzo a seguir.  Não sei quem é o autor.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>O Jovem e as estrelas-do-mar</strong></p>
<p>Numa praia tranqüila, morava um escritor.<br />
Todas as manhãs ele passeava pela praia, olhando as ondas. Esta era sua forma de inspirar-se para escrever.</p>
<p>Um dia, caminhando pela areia, viu um jovem pegando estrelas-do-mar, uma a uma, e jogando-as de volta ao oceano.</p>
<p>- Por que você está fazendo isso? – perguntou o escritor, curioso.</p>
<p>- Não vê que a maré baixou e o sol está brilhando forte? Se essas estrelas ficarem aqui na areia, elas vão secar e morrer!</p>
<p>O escritor até que achou bonita a intenção do garoto,  porém comentou:</p>
<p>- Só que existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, meu caro. Centenas de milhares de estrelas-do-mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?</p>
<p>O jovem olhou para o escritor, pegou mais uma estrela na areia, jogou na água do mar, voltou a olhar para ele e disse:</p>
<p>- Pra essa, eu fiz diferença.</p></blockquote>
<p>Claro que podemos analisar este conto com um ponto de vista sistêmico e concluir que a variação das marés, a temperatura do sol, a distribuição física das estrelas do mar, entre outros fatores, fazem parte do processo de seleção natural desta espécie. A interferência humana nesses processos  (em grande escala), mesmo quando impelida de uma boa intenção, pode causar danos ao equilíbrio natural.</p>
<p>Porém, no caso dos animais abandonados nas nossas grandes cidades, o cenário é bem mais complexo. Para eles, o homem adicionou muitos fatores <em>artificiais</em> ao seu processo de seleção. Enfraqueceu as espécies com suas seleções <em>intencionais</em> (novas raças) e criou um habitat totalmente inóspito para sua sobrevivência. Criou as &#8216;selvas urbanas&#8217;, caracterizadas pelas estruturas de cimento, pelos labirintos de asfalto com seus violentos veículos de transporte movidos à combustão e pelo incrível poder de deixar invisíveis, tanto os animais quanto os próprios seres humanos menos <em>privilegiados</em>, além daqueles que utilizam <a title="Transporte Ativo" href="http://blog.transporteativo.org.br/sobre/" target="_blank">transportes ativos</a> (<a title="Apocalipse Motorizado" href="http://apocalipsemotorizado.net/2009/01/15/marcia/" target="_blank">bicicletas</a>, pés, etc&#8230;).</p>
<p>Neste contexto, considero que a interferência humana não seja um caso de boa ação, mas um dever. Então, como podemos ajudar?</p>
<ul>
<li>Podemos contribuir com associações que cuidam de animais abandonados (existem MUITAS formas de contribuir e muitas delas não envolvem transferências financeiras);</li>
<li>Devemos <a title="Denuncie" href="http://www.projetocel.org.br/site_novo/LNK20.asp" target="_blank">denunciar</a> maus tratos;</li>
<li>Podemos nos candidatar à adoção destes animais;</li>
</ul>
<p>Entendo que as duas primeiras ações podem ser exercidas por qualquer pessoa. Já a terceira opção só deve ser escolhida por pessoas que, realmente, <a title="Posse responsável" href="http://www.projetocel.org.br/site_novo/lnk02A.asp" target="_blank">entendem o que é ter um animal sobre sua guarda</a>. O animal não é um objeto para despejarmos nossos desejos e ansiedades, mas um ser vivo para nos relacionarmos, compartilhando carinho e amor (incondicional?).</p>
<p>Bom&#8230;<br />
Para quem se sente <a title="Projeto CEL - Os 11 mandamentos" href="http://www.projetocel.org.br/site_novo/lnk02F.asp" target="_blank">preparado</a> para este tipo de relacionamento e para todos que desejam ajudar das várias formas possíveis, seguem algumas associações engajadas no tema:</p>
<ul>
<li><a title="Adote um focinho" href="http://www.adoteumfocinho.com.br/" target="_blank"> Adote um Focinho</a> (Associação Casa da Passagem São Lázaro)</li>
<li><a title="Projeto CEL" href="http://www.projetocel.org.br" target="_blank">Projeto CEL &#8211; Casa Esperança e Liberdade para Animais Carentes</a></li>
</ul>
<p>Para encerrar este post eu gostaria de deixar duas frases que encontrei na internet, nestes últimos dias:</p>
<blockquote><p>A questão não é &#8220;Eles são racionais?&#8221; ou &#8220;Eles podem falar?&#8221; mas &#8220;Eles podem sofrer?&#8221; &#8211; Jeremy Bentham</p></blockquote>
<blockquote><p>A grandeza de uma nação e seu progresso moral podem ser medidos pela forma como os animais são tratados &#8211; Gandhi</p></blockquote>
<p>ELES AGRADECEM&#8230;..</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ecosofando.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dogs.jpg"><img class="size-full wp-image-433 aligncenter" title="dogs" src="http://www.ecosofando.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dogs.jpg" alt="dogs" /></a></p>
]]></content:encoded>
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