“Não somos ricos pelo que temos, mas sim pelo que não precisamos ter” - Emmanuel Kant

Posts da categoria ‘Prática’

Nossa ecovila – o inicio

Por ricardo • 1 jun 2010 • Categoria: Notícias, Projetos, PráticaNão há Comentários »

No início deste ano, começamos a organizar um grupo de discussão para construção da nossa ecovila, em Piracicaba.

Estamos, agora, em uma fase de definir os valores comuns entre os membros do grupo, agregar novos interessados, divulgar a idéia etc…

Definimos, como base filosófica,  um tripé conceitual formado pela Permacultura, pela Economia Solidária e o pelo Cohousing.

A Permacultura, com seus princípios éticos e de design, nos trás uma luz sobre os padrões naturais e as relações que encontramos na natureza, e nos guiará na configuração de todos os elementos da ecovila, sejam eles elementos físicos (a casa, a horta etc), sejam eles conceituais (tomadas de decisões etc).

A Economia Solidária propõe uma nova forma de economia, onde o centro das atenções é o bem estar e a qualidade de vida. Ela deve nos indicar os caminhos na formação de redes de colaboração (produção, consumo, trocas), integrando a nossa comunidade com o seu entorno.

O Cohousing, mais do que um conceito, é uma prática. É saber constituir uma comunidade harmônica. É transformar uma comunidade em uma família (com seus pontos positivos e negativos), dividindo responsabilidades , exercitando a tolerância e o respeito, compartilhando felicidade e, algumas vezes, tristezas. Tudo isso, sem perder o nosso sagrado cantinho de privacidade.

É impressionante verificar como estes conceitos se integram e se cruzam perfeitamente. Sempre falo do exemplo da lavanderia comunitária (um elemento de cohousing) que centraliza grande parte dos nossos resíduos cinzas (águas que não vem do banheiro) que poderão ser eficientemente reaproveitados (utilizando a permacultura) e que utilizará vários insumos, como o sabão em pó, que será comprado coletivamente (um conceito da economia solidária). Interessante, né?

Claro, muitas outas ferramentas estão nos ajudando a desenhar o nosso sonho (em outros posts exploramos estes conceitos). Mas, sem dúvida, estamos descobrindo que a nossa principal ferramenta é o coração. Estamos aprendendo a falar e, principalmente, OUVIR com o coração. E não só com paixão, que é só uma das facetas desta ferramenta, mas com respeito, com amor e carinho, entendendo os anseios do próximo e sabendo colocar suas opiniões com delicadeza e equilíbrio.

Ainda está tudo muito no começo, mas eu já posso afirmar que essa jornada é fantástica, desde os primeiros passos.

Bom, encerro por aqui, passando os dois primeiros slides, resultado da nossa última reunião. Este slides refletem um pouco de como o grupo entende os princípios da ecovila e foram estruturados sob os elementos apresentados pelos fundadores da Permacultura, David Holmgren e Bill Mollison.

Espírito de mutirão

Por ricardo • 22 mai 2010 • Categoria: Notícias, Projetos, Prática1 Comentário »

Sábado passado, dia 15 de maio de 2010, iniciamos o primeiro de uma série de mutirões que queremos promover.

Na verdade, a idéia é promover o “Espírito de mutirão”. Para tanto, estamos reunindo, em um grupo local (Piracicaba), interessados em participar de mutirões de construção natural, tecnologias sociais e agroecologia. Estamos desenvolvendo, também, uma rede social para articulação de mutirões e construção de ecovilas (conto mais em outro post).

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O local…

Este primeiro mutirão aconteceu no Centro Rural de Educação Ambiental – Dr.Kok, localizado na área rural de Piracicaba (bairro Godinhos). O Centro Rural é mantido pela Secretaria da Educação de Piracicaba e coordenado pelo “ponta firme” Lindomar.
O centro desenvolve um trabalho de educação ambiental, oferecendo experiências ambientais e de sustentabilidade para os alunos das escolas da região, em parceria com seus professores. O CREA-Dr.Kok é o Centro de Referência do nosso grupo de mutirões, onde fazemos os testes das técnicas que queremos aplicar. Porém, já estamos organizando mutirões por toda a região, incluindo espaços urbanos.

O primeiro desafio…

Nosso primeiro desafio foi a construção de um viveiro de flores, utilizando uma cúpula geodésica como estrutura da edificação. O material utilizado para a construção da cúpula foi o tubo de PVC reciclado, doado pela TUBOCON, uma empresa local que nos foi muito solícita quando apresentamos o projeto.

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Cálculos na ponta do lápis…

O primeiro passo foi escolher o tamanho da cúpula, a sua complexidade (chamada de frequência, ou o número de variedades nos tamanhos das peças), calcular os tamanhos das peças, as distâncias de seus furos, entre outras coisas. Para isso, utilizamos o fantástico site www.desertdomes.com, que nos forneceu ferramentas práticas e dicas valiosas para concluir esta tarefa. Decidimos fazer uma cúpula de 3 metros de raio com frequência 2 (2 tamanhos de peças). Ótima pedida para quem vai fazer uma geodésica pela primeira vez (complexidade baixa e altura razoável).

Mãos a obra…

No passo seguinte iniciamos a preparação das peças…

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Cortamos os tubos de PVC em peças de 1,90m e 1,70m.
Achatamos as extremidades de cada peça utilizando uma engenhoca e uma “metodologia” própria…rs…(achamos esta fase a mais trabalhosa de todas, porém nada demais…rs).
Fizemos as furações seguindo os cálculos do site (adaptados para nossa situação).

O Almoço também é mutirão…

Enquanto isso, uma parte do grupo preparava o almoço.
É importante destacar que em um verdadeiro mutirão, diversos trabalhos são compartilhados durante o evento, como alimentação e bem estar do grupo, cuidado com as crianças, ambiente celebrativo (música, etc), entre outros.

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Parte do nosso almoço saiu das hortas do Centro Rural. A educação ambiental permeia todos os espaços e situações.

De volta ao trabalho…

Depois do almoço e de algum descanso, voltamos ao trabalho com o fase de montagem. Como escolhemos uma cúpula não muito alta e com uma complexidade baixa (dois tipos de peças), esta fase foi tranquila e muito divertida. Aperta parafuso aqui, entorta extremidade de cano ali e a cúpula vai se formando e assentando suas peças.

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Cúpula pronta!

Apesar de seu tamanho, a estrutura ficou suficientemente leve para que cinco pessoas pudessem carregá-la para seu destino final.
Ainda falta instalar a cobertura da cúpula que será feita com um sombrite. Parafusos e sombrite foram comprados pela Secretaria da Educação.

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Conclusão…

Finalizado o mutirão, a euforia era geral. Mutirão é uma daquelas atividade que você não consegue expressar com palavas. Tem que participar para entender. Os mutirões se beneficiam da força da cooperação e a sabedoria coletiva para transformar o trabalho árduo em algo produtivo, lúdico e celebrativo.

O produto do trabalho colaborativo vai, sempre, muito além das expectativas pois constroem, principalmente, NOVAS RELAÇṎES (entre pessoas e com o meio-ambiente, além de muitos outras relações sutis, difíceis de descrever).

Os próximos mutirões vem ai!…

Já estamos preparando os próximos mutirões. Entre eles uma cúpula de 4 metros e frequência 3, um canteiro bio-séptico, as construções de terra, as modificações sustentáveis no escritório do Rodrigo e do Cristiano (no centro da cidade). TODOS ESTÃO CONVIDADOS !!!

FOTOS DO MUTIRÃO:
http://picasaweb.google.com/lardocelar/MutiraoViveiroDeFloresCupulaGeodesica

Cestas Natalinas

Por luciane • 7 nov 2009 • Categoria: Arte & Reciclagem, Como Fazer, Consumo, PráticaNão há Comentários »

Neste natal, aproveite as dicas de reciclagem para fazer lindos arranjos natalinos.
Segue abaixo algumas dicas para reciclagem de jornal e reaproveitamento de fitas e enfeites do natal passado.

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A cesta foi feitas com canudos de jornal pintados com guache e decoradas com fitas, pinhas, bolas de natal e bombons.

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Cesta de natal pequena, feita com canudos de jornal pintados com guache e decorada com fitas e enfeites natalinos reaproveitados.

Boas idéias para o reaproveitamento de materiais

Por luciane • 7 nov 2009 • Categoria: Arte & Reciclagem, Como Fazer, Consumo, Prática3 Comentários »

Porta Jóias feito com canudos de jornal pintados com tinta guache verde e branca.

O que é nota fiscal paulista?

Por luciane • 7 nov 2009 • Categoria: Consumo, PráticaNão há Comentários »

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Em outubro de 2007 o Governo do Estado de São Paulo criou o Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal através do projeto da Nota Fiscal Paulista com o objetivo de incentivar aos cidadãos (consumidores) o hábito de exigir do estabelecimento comercial o documento fiscal (a nota ou o cupom fiscal). Segundo o governo, os consumidores identificados pelo CPF ou CNPJ, no momento da compra, vão receber créditos e ainda vão se habilitar a concorrer a prêmios.

Toda vez que vamos pagar nossas compras em um estabelecimento comercial, o caixa nos pergunta:  Vai querer nota fiscal paulista?
Nós, morrendo de pressa, respondemos mais que depressa: NÃO! Como quem diz a opção mais rápida minha filha.
Depois, nos queixamos que o sistema não funciona e colocamos a culpa toda sempre nos políticos, nas empresas ou no outro. Quando é que vamos assumir nossas responsabilidades?

Não estou aqui defendendo nenhum político ou empresa, só estou alertando que o mundo nunca vai melhorar se você não fizer a sua parte. Se nós sempre acharmos que a nossa atitude e a nossa postura diante da vida não vai mudar o “sistema” e continuarmos a fazer a coisa errada só porque todo mundo faz, o mundo realmente não vai mudar nunca.
Você não vai ficar rico pedindo a nota fiscal paulista, mas com certeza vai ajudar a combater a sonegação de empresas. E quem sabe, se tivermos um pouco de boa vontade política, este dinheiro vai ser bem investido.

Eu sei que aqui no Brasil nem sempre as perspectivas são boas, mas se nos apoiarmos nisto para fazer a coisa errada, o Brasil nunca vai mudar mesmo. Por isso, exerça sua cidadania. Faça sua parte. Se cada um de nós fizermos a nossa parte, a mudança será inevitável.

Eu ainda acredito que podemos construir uma história diferente, com mais justiça, mais igualdade, mais solidariedade, mais qualidade de vida, mais amor. Somos vítimas de nossas próprias atitudes. Se nossas atitudes nos trouxeram até aqui porque elas não podem nós conduzir a um futuro melhor?

EXERÇA SUA CIDADANIA

Primeiro você deve fazer uma solicitação de cadastramento
Toda vez que você for às compras solicite a nota fiscal paulista.

https://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/login.aspx

CPF – Solicitação de cadastramento
Você pode consultar seus créditos através do site da receita.

Informações:

http://www.brasiltech.net/informatiquez/2008/02/15/nota-fiscal-paulista-saiba-como-funciona-e-ganhe-dinheiro-exigindo-seus-direitos/

Esta é minha opinião hoje, não tenho um conceito fechado sobre nenhum assunto, assim eu posso mudar de idéia se você me der bons argumentos para isto. Espero que vocês contribuam com sua opinião!

Semeando um sonho – hortas urbanas

Por ricardo • 6 ago 2009 • Categoria: Projetos, PráticaNão há Comentários »

Se existe um assunto que me fascina, hoje em dia, é o de HORTAS URBANAS.
Hoje, ‘plantamos’ as primeiras sementes de um projeto relacionado a este fantástico assunto.

Ainda estamos esboçando os objetivos deste projeto, mas eles giram em torno de:

Criar um laboratório para o desenvolvimento de soluções em hortas agroecológicas urbanas, domésticas e comunitárias (terrenos baldios), baseado nos princípios da Permacultura, com o intuito de:

  • Aumentar a renda e a segurança alimentar das comunidades;
  • Complementar a oferta de produtos orgânicos nas redes locais de consumo consciente (vide “Opinião 2″ no post sobre “Consumo local e agroecológico”);
  • Promover a educação ambiental;
  • Criar uma rede de penetração (e laboratório) de soluções sustentáveis domésticas:
    • Tecnologias sociais (Aquecedores solares de baixo custo, Canteiros bio-sépticos, etc…);
    • Reciclagem e beneficiamento;
    • Entre outros…

Semana passada, fomos conhecer o terreno onde a Ong Instituto Ambiente em Foco irá (bio-)construir sua sede. Neste mesmo espaço (muito grande, por sinal), criaremos nossas hortas  experimentais.

Hoje, começamos a organizar o projeto e definir as primeiras ações.
Estamos na fase de criar a rede de informação e disponibilizar os primeiros recursos necessários.

Se você quiser contribuir (não estou falando de $), trocar informações ou saber mais deste projeto, ENTRE EM CONTATO!!

Assim que eu tiver novidades, vou postando aqui.

Considero que este é um dos principais projetos rumo aos objetivos descritos no post Diário de bordo.

Ecos do cerrado

Por ricardo • 14 jul 2009 • Categoria: Filosofando, Prática2 Comentários »

Imagine um cenário futurístico que mescle construções estranhas (geodésicas, parabolóides hiperbólicas…) e equipamentos esquisitos. Acrescente uma flora marcante e uma fauna abundante (tucanos, borboletas, morcegos, calangos,…). Adicione belas paisagens, como um por de sol de tirar o fôlego. Imagine, também, um grupo de pessoas totalmente diversificado. Diferentes culturas, diferentes idiomas, diferentes ideologias e objetivos, mas com algo em comum, um desejo enorme de construir habitações com o mínimo de impacto ambiental. Imaginou? Ainda assim é pouco para entender o que ocorreu no Bioconstruindo 2009, que aconteceu do dia 5 até o dia 12, deste mês, no Ecocentro IPEC, em Pirenópolis-GO.

O IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado) é um centro de excelência em sustentabilidade que reúne um ecocentro e uma ecovila (assentamento humano de impacto sócio ambiental positivo), totalmente estruturados sob a luz da Permacultura. Entre os diversos cursos e vivências oferecidas pelo instituto, os três mais conhecidos são o PDC (Permacultura – Design e Consultoria), o Ecovilas e o Bioconstruindo, no qual eu fiz parte, este ano.

Neste curso, foram oferecidas oficinas e palestras sobre as técnicas de bio-construção. Técnicas sociais eficientes, sustentáveis e em contínuo desenvolvimento. Construímos paredes, jardins sobre telhados, cisternas de captação de água da chuva, canteiros bio-sépticos para tratamento de águas cinzas e negras, e construímos, principalmente, novas relações. Construímos relações inéditas com a natureza, com o habitar, com o cooperar, com o próximo, com o “nem tão próximo”, com o celebrar, com a vida.

É incrível ver emergir, a olhos vistos, estruturas magníficas, pelas mão nem sempre coordenadas e sincronizadas de um grupo que pensa diferente, mas trabalha em conjunto, numa dança de erros e acertos que só se mostra perfeita quanto avistamos sua totalidade.

É verdade…essa semana mexeu comigo…será que é isso que chamam de experiência mística?

Construí amizades que mesmo que não durem para sempre, com certeza, nunca serão esquecidas, pois fazem parte de mim.

Mas construí, principalmente, uma certeza……é possível “bio-construir” uma nova sociedade.

Essa nova sociedade deve nascer, não de iniciativas centralizadas, controladas e coordenadas, mas de um número incontável de novas relações entre as pessoas e entre as pessoas e o meio ambiente. Não deve acontecer rapidamente, mas no tempo da natureza, onde as coisas amadurecem no tempo certo. Não é uma nova sociedade em suas partes, mas em como essas partes se organizam como um todo.

Eu sei…Eu sei…é muita coisa para concluir em uma semana.
Claro, esta experiência intensa só veio “colocar os pingos nos is” em algo que já estava surgindo dentro de mim.

Como é bom ter uma experiência nova e especial em uma vida marcada pela rotina e pelo desenvolvimento individual.

Valeu a pena! Já voltei para a cidade, mas ainda vou ouvir, por muito tempo, os ecos do cerrado…

MINHAS FOTOS DO BIOCONSTRUINDO 2009

MAIS FOTOS DO BIOCONSTRUINDO 2009

Para saber mais:

Reciclagem no escritório

Por luciane • 4 jun 2009 • Categoria: Arte & Reciclagem, Como Fazer, Prática2 Comentários »

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Vários materiais podem ser reutilizados para fazer objetos de escritório.

Como fazer porta lápis reutilizando folhas de jornal

Como fazer porta lápis reutilizando garrafas PETs

Porta lápis de mosaico usando papelão e CDs velhos.

Objetos de decoração usando materiais recicláveis

Por luciane • 4 jun 2009 • Categoria: Arte & Reciclagem, Como Fazer, Prática18 Comentários »

Flores de PETArranjo de FloresCesto feito com canudos de jornal.passaro

Podemos fazer vários objetos de decoração usando resíduos domésticos, tais como: garrafa PET, caixa de ovo, caixa de papelão, jornais e revistas velhos, CDs, etc (vide exemplos acima).

As bases do vaso e do cesto foram feitas com papelão encapado com jornal e pintado com tinta guache verde escuro. O vaso foi feito com canudos de jornal previamente pintados com guache verde escuro. Os detalhes foram feitos com tinta relevo verde e utilizamos verniz acrílico para impermeabilização. Saiba mais sobre a técnica.

As flores vermelhas grandes (tulipa) foram feitas usando fundo de garrafa PET, papel machê e tinta guache vermelho. O outro tipo de flor foi feita com caixa de ovo pintada com guache. A haste das flores foi feita com palito de bambu encapado com papel crepom.

Dica: Aprenda a fazer uma luminária com papelão e folhas de jornal com o artesão Luiz Freire

Cachepô feito com jornal

Por luciane • 4 jun 2009 • Categoria: Arte & Reciclagem, Como Fazer, Prática3 Comentários »

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Reaproveite jornais velhos para fazer um lindo cachepô. Assim, você contribui para o meio ambiente, reciclando os jornais velhos e reduzindo o consumo de produtos industrializados.

Para fazer a base, corte dois círculos de papelão usando um vaso como molde. Encape os círculos com jornal.

Distribua vinte e dois canudos em 21 posições (dois canudos ficarão sobrepostos), de forma eqüidistante, e cole entre os dois círculos de papelão. É a partir desta posição que se deve iniciar o trançado dos canudos de jornal.

Depois de terminado, o cesto deve ser pintado com uma demão de tinta latex branca. Deixe secar por 2 horas.

Após a secagem, pinte o cesto com tinta guache marrom e com um pano úmido retire a tinta ainda úmida das partes sobressalentes do trançado, dando um efeito de desgastado.

Impermeabilize o cachepô com verniz acrílico.

Mais: Cachepô  passo-a- passo por Fátima Monfredine