<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ecosofando &#187; Filosofando</title>
	<atom:link href="http://www.ecosofando.com.br/category/filosofando/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ecosofando.com.br</link>
	<description>Só mais um site WordPress</description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Nov 2011 16:52:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Nossa Sociedade é Nosso Carma</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2011/11/10/nossa-sociedade-e-nosso-carma/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nossa-sociedade-e-nosso-carma</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2011/11/10/nossa-sociedade-e-nosso-carma/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 14:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Prática]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=904</guid>
		<description><![CDATA[O conceito de Carma, fundamental para muitas religiões e filosofias orientais, já foi adotado pelo ocidente e está presente em nosso dia-a-dia.
Não tenho a pretensão de analisar, neste texto, o ponto de vista religioso do conceito de Carma, porém gostaria de propor uma abordagem pragmática desta ideia que parece ser muito útil para nossa sociedade.
Muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de Carma, fundamental para muitas religiões e filosofias orientais, já foi adotado pelo ocidente e está presente em nosso dia-a-dia.</p>
<p>Não tenho a pretensão de analisar, neste texto, o ponto de vista religioso do conceito de Carma, porém gostaria de propor uma abordagem pragmática desta ideia que parece ser muito útil para nossa sociedade.</p>
<p>Muitos de nós utilizamos a interpretação, emprestada da física, de “Ação e Reação” ou “Causa e Efeito”, para explicar este conceito, da seguinte forma: “Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário”.</p>
<p>Para muita gente, entretanto, Carma é algo ou alguém que temos que suportar por termos feito algo de ruim, no passado. “Esse é meu Carma” &#8211; muitos dizem&#8230;</p>
<p>Eu gosto muito da interpretação que diz que “Carma é uma semente que plantamos e que vai nos render frutos (positivos ou negativos), no futuro”.</p>
<p>A palavra Carma tem origem na língua sânscrita e significa &#8220;<strong>AÇÃO</strong>&#8220;.<br />
Partindo do princípio que as palavras ancestrais sempre carregavam um significado mais amplo e sistêmico (holístico), podemos intuir que ela inclua tanto o ato de agir, como todo o desdobramento desta ação e, inclusive, a rede de eventos que a possibilitaram ou nos conduziram a ela.</p>
<p>Enxergando por este prisma, podemos entender que cada atitude que tomamos produz uma <strong>reação em cadeia</strong> criando ou fortalecendo relações entre diversos elementos do sistema.</p>
<p>Por exemplo, quando consumimos determinado produto, fortalecemos as relações que possibilitaram que este produto chegasse às nossas mãos. Dentro destas relações, podemos citar a forma como os recursos foram extraídos da natureza, o modelo de trabalho ao qual são submetidas as pessoas que produzem este bem, a forma que este produto foi trazido até nós, as possibilidades de reaproveitamento dos recursos utilizados em sua fabricação, entre muitas outras relações socioambientais que fazem parte desta rede.</p>
<p>O conceito de Carma não se restringe as nossas ações de consumo. Quando damos aquele dinherinho para que o guarda nos libere de uma blitz na estrada (o chamado “cafezinho”) ou quando queremos “agilizar” um processo normalmente lento, também estimulamos a construção de estruturas, nesta rede, que <strong>perpetuam</strong> este comportamento.</p>
<p>Este conceito vale, igualmente, para ações positivas. Quando optamos por consumir produtos agrícolas orgânicos, familiares e locais, incentivamos este tipo de produção, geramos renda no campo evitando o êxodo rural, desestimulamos a existência dos atravessadores, ficamos menos doentes, e assim seguido por uma <strong>explosão</strong> de eventos positivos iniciados por nossa ação.</p>
<p>Portanto, analisando este cenário de forma mais ampla, compreendemos que o sistema como um todo, se configura como um reflexo de nossas ações (Carma). Nossa sociedade, portanto, é <strong>resultado</strong> do carma produzido por todos nós. Podemos, então, dizer que nossa sociedade é “nosso Carma”. Somos responsáveis por ela e, portanto, podemos remodelá-la a partir da constante produção de Carma positivo.</p>
<p>Mas, como vimos anteriormente, para produzir Carma positivo não basta ter uma ação positiva. Temos que nos preocupar com os eventos que a seguirão. Muitas vezes optamos por uma atitude que consideramos benéfica, mas ela acaba produzindo conexões indesejadas, por não conseguirmos enxergar o processo claramente, seja pela sutileza destas conexões, seja pela distância que estamos de onde elas acontecem. Nestes casos o “positivo” se torna “negativo” durante o processo.</p>
<p>Mas como posso me responsabilizar por algo tão complexo? Optando pelos processos mais <strong>simples</strong>.</p>
<p>Na minha cidade, tenho a opção de comprar alimentos orgânicos em uma grande rede de supermercados ou em uma rede de produtores e consumidores locais. Sem me armar de pré-julgamentos eu diria que a maior diferença entre estas duas opções é a <strong>complexidade</strong> inerente aos seus processos.</p>
<p>A cadeia de eventos gerada pela opção local é muito mais palpável, enquanto o longo processo da grande rede de supermercados é quase intangível (produção, comercialização, transporte, distribuição, atendimento, etc).<br />
Analisando desta forma, prefiro escolher os produtos orgânicos da rede local, pois me permite <strong>acompanhar</strong> todas as fases do processo.</p>
<p>Portanto, manter a cadeia de eventos de suas ações dentro de um raio possível de “enxergar” é uma forma viável de nos <strong>responsabilizarmos</strong> pelo Carma produzido.</p>
<p>Na verdade, este é só um dos aspectos positivos da chamada <strong>re-localização de ações</strong>, pois estes processos mais simples e localizados criam relações muito mais intimas entre as pessoas, e entre as pessoas e a natureza. São relações ricas em experiências que é a matéria prima fundamental na construção de estruturas ainda mais positivas.</p>
<p><strong>Você já parou para pensar no Carma que está produzindo?</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2011/11/10/nossa-sociedade-e-nosso-carma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma onda invade Piracicaba &#8211; Movimento das Cidades em Transição</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2011/09/29/uma-onda-invade-piracicaba-movimento-das-cidades-em-transicao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uma-onda-invade-piracicaba-movimento-das-cidades-em-transicao</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2011/09/29/uma-onda-invade-piracicaba-movimento-das-cidades-em-transicao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 15:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Piracicaba]]></category>
		<category><![CDATA[transição]]></category>
		<category><![CDATA[transition]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=865</guid>
		<description><![CDATA[Antes da onda&#8230;
Desde que cheguei a Piracicaba, tive a oportunidade de participar de várias atividades socioambientais interessantes, articuladas por diversos organismos locais, cada uma delas com diferentes graus de impacto, mas todas proporcionando experiências super enriquecedoras. Porém, o que estas atividades mais me proporcionaram foram amigos. Amigos super engajados e com trabalhos fantásticos desenvolvidos pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.ecosofando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/0translogo2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-897" style="border: 1px solid #dddddd; margin-bottom: 3px; margin-right: 5px; float: left;" title="0translogo2" src="http://www.ecosofando.com.br/wp-content/uploads/2011/09/0translogo2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Antes da onda&#8230;</strong></p>
<p>Desde que cheguei a Piracicaba, tive a oportunidade de participar de várias atividades socioambientais interessantes, articuladas por diversos organismos locais, cada uma delas com diferentes graus de impacto, mas todas proporcionando experiências super enriquecedoras. Porém, o que estas atividades mais me proporcionaram foram amigos. Amigos super engajados e com trabalhos fantásticos desenvolvidos pelos grupos dos quais eles participam. Tive, também, a oportunidade de notar que apesar destes grupos locais terem filosofias e metodologias próprias, seus objetivos são muito parecidos (apontando para a construção de uma sociedade mais justa e harmônica, com igualdade, respeito à natureza, entre outras inúmeras similaridades). E este não é um desejo exclusivo das organizações do terceiro setor ou dos empreendedores sociais, mas de uma grande parcela da sociedade. Fiz muitos outros amigos que gostariam de dedicar sua energia e doar suas habilidades na construção deste objetivo comum, mas não sabiam por onde começar.<br />
Portanto, no cenário socioambiental de Piracicaba, enxergávamos uma vasta coleção de iniciativas interessantes e uma grande quantidade de indivíduos com desejo de engajar-se, mas havia pouca conexão, comunicação ou articulação entre as diversas iniciativas,  onde haviam claras oportunidades para isso.</p>
<p>Esta questão foi pauta de diversos bate-papos, onde percebemos a urgência de se debater estratégias para conectar, comunicar, divulgar todas as iniciativas existentes, além de otimizar e reutilizar essa energia circulante. Era preciso, também, criar mecanismos para aproveitar o desejo de engajamento da sociedade civil, desenvolvendo ferramentas colaborativas/participativas que funcionassem como catalisadores da mudança a partir dos anseios da comunidade local.</p>
<p>Com esta ideia fixa na cabeça, começamos a organizar uma metodologia que apelidamos de “@Rede”, sob o slogan: “Desfiar uma sociedade de consumo competitiva para tecer uma sociedade de abundância cooperativa”.</p>
<p>Pensamos em um movimento, não em uma instituição. Sem proprietários ou propriedades. Um organismo que existiria somente como resultado do fluxo de energia entre seus membros (recursos, informação, comunicação, valores) e que, portanto, não teria corpo próprio, não poderia reter energia ou comandar. Um movimento que criaria um vetor de mudança, como resultado de esforços (muitas vezes independentes) apontados para uma direção comum.</p>
<p>As metas principais desta metodologia seriam:</p>
<ul>
<li>Criar um canal de comunicação e articulação entre todas as iniciativas e indivíduos engajados em causas socioambientais;</li>
<li>Compartilhar princípios e objetivos (a partir de um manifesto vivo, construído e mantido pela comunidade local);</li>
<li>Estimular a cultura do empreendedorismo social (onde o empreendedor apoia o movimento, a partir de suas habilidades e sua rede, muitas vezes direcionando o foco do seu negócio para as demandas do movimento);</li>
<li>Compartilhar ferramentas com capacidade de potencializar os esforços existentes e construir novas iniciativas inovadoras.</li>
</ul>
<p>Entre os exemplos de ferramentas coletivas,  podemos destacar: mapeamentos socioambientais, moedas sociais (locais e de rede), redes de micro financiamentos colaborativos (crowdfunding), utilização das mídias sociais para  engajamento, rede de empreendedorismo social, e todas estas ferramentas conectadas entre si (e a outras), em um grande movimento sinergético de colaboração mútua.</p>
<p><strong>A onda&#8230;</strong></p>
<p>Tudo estava caminhado muito bem, até sermos arrebatados por uma onda de proporções gigantescas, originada nos mares do norte (já com passagem por algumas cidades brasileiras). Mas esta não é uma onda comum, é uma onda que está inundando vários lugares do mundo com engajamento, consciência, participação e, principalmente, uma visão positivista de que podemos, com a força da nossa comunidade e a partir de mudanças em nossos hábitos do cotidiano, construir uma sociedade, realmente, sustentável.</p>
<p>Esta onda tem nome: Movimento das Cidades em Transição (Transition Towns).</p>
<p>Este movimento foi uma grata surpresa para nós, não só por abraçar os conceitos que estávamos propondo (na @Rede), mas por carregar uma experiência extremamente valiosa (capital intelectual), propondo uma série (continuamente incrementada) de ferramentas e boas práticas, vigentes em sua rede de mais de 352 cidades em transição, espalhadas por 31 países.</p>
<p><strong>O Movimento das Cidades em Transição</strong></p>
<p>“O movimento das Cidades em Transição (Transition Towns) foi criado pelo permacultor inglês Rob Hopkins com o objetivo de transformar as cidades em modelos sustentáveis, menos dependentes do petróleo, mais integradas à natureza e mais resistentes a crises externas, tanto econômicas como ecológicas.”</p>
<p>O objetivo central do movimento é a busca pela resiliência comunitária. Resiliência é a capacidade de um organismo de suportar crises.<br />
As crises mais debatidas no movimento são: o pico do petróleo (e seus impactos sobre uma sociedade dependente deste recurso), o aquecimento global e a desigualdade social. Acrescentamos, na nossa interpretação local, a crise de percepção (que envolve questões relacionadas a modelo de consumo, modelo de saúde e educação, entre outras).</p>
<p>A ferramenta prioritária do movimento é a “relocalização” que pode ser entendido como o fortalecimento das economias locais. A “relocalização” envolve a criação de mecanismos de produção, distribuição, consumo e empreendedorismo em geral, localizados nas comunidades e utilizando recursos locais. Ela trata, também, do desenvolvimento de opções de lazer, saúde, educação e etc, sem que haja a necessidade de deslocamento por distâncias que exijam meios de transporte.</p>
<p>É importante notar como o fortalecimento da economia local facilita a resolução de outros problemas que tanto debatemos. Por exemplo, não é muito mais fácil discutir mobilidade urbana, quando as pessoas, seus empregos e suas necessidades estão por perto? Qual seria o preço dos produtos orgânicos se não houvesse a necessidade de transportá-los por grandes distâncias, se não existissem os atravessadores e a produção tivesse a escala que sua comunidade necessita? E existe sensação de segurança maior do que viver em uma comunidade onde as pessoas se conhecem e interagem entre si?</p>
<p>Outros pilares de transição são: cooperação, participação, positivismo e confiança nas escolhas da comunidade.</p>
<p><strong>Surfando na onda&#8230;</strong></p>
<p>Quando recebemos as boas novas, advindas do Movimento de Transição, percebemos que não havia necessidade de nos desviarmos do caminho, já iniciado com @Rede, para entrarmos no caminho de transição. O que fizemos foi transformar os conceitos da @Rede em ferramentas para dar suporte ao Movimento.<br />
A partir dai, iniciamos os 12 passos, sugeridos na Rede de Transição, normalmente executados pelas iniciativas em estágio inicial (vide o tópico “para saber mais”, abaixo).</p>
<p>O primeiro passo tem o seguinte enunciado: <em>“#1. Estabelecer um grupo para a direção e preparar sua dissolução desde o início”</em> e consiste em reunir pessoas que terão o papel de animar o movimento até que ele obtenha massa crítica, quando o grupo deve ser dissolvido e seus membros realocados para grupos de trabalho estabelecidos pela comunidade.<br />
É muito interessante o conceito de dissolução aparecer no enunciado, isso fortalece o princípio, que já defendíamos, de um movimento sem proprietários ou comandantes!</p>
<p><strong>Em que pé está o movimento de Transição em Piracicaba?</strong></p>
<p>Ainda não somos uma iniciativa de transição oficial. Para isso, vamos participar do treinamento que acontecerá em São Paulo (<a title="Treinamento Oficial Transition Towns em São Paulo" href="http://migre.me/5NFrH" target="_blank">http://migre.me/5NFrH</a>), para apresentar nossas intenções, aprender com quem já faz e, principalmente, nos conectarmos a esta fantástica rede.</p>
<p>Enquanto isso não acontece, o grupo local vem caminhando para o segundo passo da metodologia: <em>“#2. Aumento da sensibilização”</em>. Neste passo, vamos promover atividades com o intuito de aumentar a compreensão quanto as crises fundamentais, na forma de exibições de filmes, apresentação de palestras, desenvolvimento de artigos e grupos de discussão, além da criação de um blog para repercutir esses acontecimentos.<strong></strong></p>
<h1><strong>A Transição é um movimento aberto, venha participar!</strong></h1>
<p>É muito importante reiterar que este é um movimento aberto, sem proprietários. Se você deseja fazer parte do grupo diretor provisório, por favor, entre em contato com <a title="e-mail - Ricardo Zylbergeld" href="maillto:ricardo@ecosofando.com.br" target="_blank">ricardo@ecosofando.com.br</a>.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o Movimento Cidades em Transição</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://dotsub.com/media/07616588-1317-4827-ba7d-06209f2b26aa/e/m" frameborder="0" width="420" height="347"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">Filme &#8211; IN TRANSITION 1.0</p>
<ul>
<li>Transition Towns Brasil (link: <a title="Transition Town Brasil" href="http://transitionbrasil.ning.com/" target="_blank">http://transitionbrasil.ning.com/</a>);</li>
<li>Rede de transição internacional (link: <a title="Rede de transição internacional" href="http://www.transitionnetwork.org/" target="_blank">http://www.transitionnetwork.org/</a>);</li>
<li>Artigo sobre Cidades em Transição no site do programa Cidades Sustentáveis (link: <a title="Artigo sobre Cidades em Transição" href="http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_praticas/exibir/151" target="_blank">http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_praticas/exibir/151</a>);</li>
<li>Filme IN TRANSITION 1.0 (link:<a title="Filme IN TRANSITION 1.0" href="http://dotsub.com/view/07616588-1317-4827-ba7d-06209f2b26aa" target="_blank">http://dotsub.com/view/07616588-1317-4827-ba7d-06209f2b26aa</a>)</li>
<li>Manual das Iniciativas de Transição (download: <a title="Manual das Iniciativas de Transição" href="http://www.ecosofando.com.br/downloads/transition_initiative_primer_%20portuguese.pdf" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/downloads/transition_initiative_primer_ portuguese.pdf</a>);</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2011/09/29/uma-onda-invade-piracicaba-movimento-das-cidades-em-transicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Consumo consciente como exercício de cidadania</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2011/02/08/consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2011/02/08/consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 13:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogagem Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=259</guid>
		<description><![CDATA[REEDIÇÃO DO POST PUBLICADO EM 17 de DEZEMBRO de 2008&#8230;
Quando o blog &#8220;A vida como a vida quer&#8221; divulgou a Blogagem Coletiva sobre Consumo Consciente, eu fiquei muito animado. Considero este assunto extremamente importante, pois entendo que, por meio de nossas escolhas de consumo, efetivamente, transformamos o mundo à nossa volta.
É comum ouvirmos que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REEDIÇÃO DO POST PUBLICADO EM 17 de DEZEMBRO de 2008&#8230;</p>
<p>Quando o blog &#8220;<a title="A vida como a vida quer" href="http://www.samshiraishi.com/consumo-consciente/" target="_blank">A vida como a vida quer</a>&#8221; divulgou a Blogagem Coletiva sobre Consumo Consciente, eu fiquei muito animado. Considero este assunto extremamente importante, pois entendo que, por meio de nossas escolhas de consumo, efetivamente, transformamos o mundo à nossa volta.</p>
<p>É comum ouvirmos que o <strong>voto</strong> é a expressão máxima do exercício da cidadania. Que o voto é a ferramenta mais poderosa nas mãos do cidadão comum. Não discordo completamente destas afirmações, porém, considero que nossas <strong>escolhas de consumo</strong> constituem uma ferramenta mais efetiva.</p>
<p>Durante as eleições, destinamos (ou deveríamos destinar) nossos votos a aqueles candidatos que consideramos (baseado em seu histórico, suas promessas, relações políticas, etc&#8230;) mais capazes de promover as mudanças que achamos importante para nossa comunidade (país, estado, cidade, planeta, etc&#8230;).<br />
Quando elegemos um candidato, transferimos nosso poder de escolha (política). Ele será nosso representante nas decisões que afetarão nossa comunidade, durante os próximos 4 anos. Se, durante este período, este político decidir deixar de nos representar (pois mudou suas opiniões, ou mentiu sobre elas), teremos o poder de rejeitá-lo, nas próximas eleições (daqui a 4 anos). Claro que, para isso, precisamos lembrar em quem votamos, o que não é muito comum.</p>
<p>Quando consumimos um determinado bem (produto, serviço ou informação), estimulamos, em primeira instância, sua permanência no mercado. Estimulamos, também, uma rede de processos sócio-ambientais, relacionadas ao seu ciclo de vida (produção, distribuição, consumo, descarte, entre outros) que, efetivamente, transformam a comunidade em que vivemos (localmente e/ou globalmente). Portanto, da mesma forma que o voto, nossas escolhas de consumo têm um poder transformador sobre a sociedade. Mas, diferentemente do voto, este poder pode ser exercido várias vezes ao dia. Se a instituição responsável pela produção do bem, não tem os valores e o comportamento que achamos corretos, podemos rejeitá-la na próxima ida ao mercado, mudando de canal ou estimulando outras pessoas a não consumi-la.</p>
<ul>
<li>Qual seria o impacto sobre o meio-ambiente se, efetivamente, reduzíssemos a utilização de água, luz e outros recursos, dentro da nossa casa?</li>
<li>Qual seria o impacto na linha produtivas das empresas se, efetivamente, nos recusássemos a comprar de quem polui, utiliza de trabalho infantil ou abusa de seus funcionários?</li>
<li>Qual seria a reação de quem produz com baixa qualidade, com alto grau de obsolescência e com prejuízos sócio-ambientais se, efetivamente, nos preocupássemos em consumir bens de consumo duráveis e sustentáveis?</li>
<li>Qual seria o impacto sobre as oportunidades no campo, na segurança alimentar da comunidade, na saúde pública, nas decisões políticas sobre reforma agrária, no preço do alimento se, efetivamente, consumíssemos de produtores locais e orgânicos, por exemplo?</li>
<li>Do que viveriam pessoas e instituições corruptas que encurtam ou desviam os procedimentos legais se, efetivamente, não utilizássemos seus serviços (como a propina que acelera procedimentos burocráticos ou nos tira de situações comprometedoras)?</li>
<li>Qual seria o reflexo sobre a violência se, efetivamente, deixássemos de comprar produtos roubados e pirateados ou de utilizar as chamadas &#8220;drogas leves&#8221;, que financiam o crime organizado?</li>
<li>E, por fim, qual seria o impacto sobre nossa sociedade se, efetivamente, percebêssemos que, a partir de nossas decisões de consumo, que temos que tomar várias vezes ao dia, temos o <strong>poder </strong>de reformar a sociedade em que vivemos?</li>
</ul>
<p>Portanto, acredito que o ato de consumir é o verdadeiro <strong>poder</strong> transformador do <strong>cidadão</strong> e, como tal, deve ser exercido da forma mais racional e <strong>consciente</strong> possível.</p>
<p>Para deixar mais claro o papel fundamental do ciclo de vida de um bem de consumo, na transformação de nossa sociedade, assista o documentário &#8220;<a title="A história das coisas" href="http://br.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E" target="_blank">A História das coisas</a>&#8221; (de Annie Leonard) ou acesse o <a title="Instituto Akatu" href="http://www.akatu.org.br" target="_blank">site do instituto Akatu</a> (contém o melhor artigo sobre consumo consciente que eu já li).</p>
<p>Mas o que é o consumo consciente? Consumo consciente é o equilíbrio entre a satisfação pessoal e a sustentabilidade.<br />
Um bem sustentável se entende por um bem com um ciclo de vida <strong>ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável</strong> [vide <a title="Akatu - Consumo Consciente" href="http://www.akatu.org.br/consumo_consciente/oque" target="_blank">Akatu - Consumo Consciente</a>]. Portanto, consumir conscientemente é estar sempre <strong>atento</strong> a estes aspectos.</p>
<p>É muito importante notar que a decisão de consumo, na maioria das vezes, acontece em frações de segundo e que, normalmente, a <strong>razão</strong> tem pouca (ou nenhuma) participação neste processo, como afirma uma pesquisa apresentada em um artigo recente da revista Veja. Esta pesquisa aponta, também, as estratégias utilizadas pelos fornecedores para estimular (com apelo emocional &#8211; impulsividade, emoção, sentidos) nossa decisão de compra (aromas artificiais, sensação de negócio imperdível, o <em>status</em> que este produto proporciona, etc&#8230;etc&#8230;etc&#8230;).<br />
A obsolescência é outra arma muito utilizado no mercado e, talvez, seja o principal mecanismo de consumo inconsciente (obsolescência planejada &#8211; o produto é feito para durar pouco; obsolescência aparente &#8211; tem sempre um modelo novo deixando o seu produto, recém adquirido, &#8216;fora de moda&#8217;).<br />
Porém, para que o consumo seja consciente temos a difícil (porém fundamental) tarefa de exercitar a <strong>razão</strong> durante todo este processo.</p>
<p>Para exercer este <strong>poder</strong>, com liberdade, devemos tomar o <strong>controle</strong> sobre nossas decisões (sua decisão, seu julgamento, o que você quer <em>versus</em> o que <em>eles</em> querem que você queria).</p>
<p>Ah&#8230;Não podemos esquecer que o ato de <strong>consumir menos</strong> (consumindo somente o que é necessário, por exemplo) é, talvez, a mais eficiente entre as opções de consumo consciente. Para tanto, <strong>R</strong>epense, <strong>R</strong>eduza, <strong>R</strong>eutilize e <strong>R</strong>ecicle.</p>
<p>Apesar da grande importância das conferências, tratados e protocolos internacionais (Kyoto, COP14, RIO92,&#8230;) e suas metas, penso que devemos deixar o lugar de espectador e assumir o papel de protagonista desta história. Vamos criar <strong>nossas metas</strong>.<br />
Chega de esperar as grandes metas coletivas (elas devem refletir nossas pequenas metas pessoais)! Chega de esperar uma solução vinda <em>de cima</em>!<br />
Nós podemos começar a mudar, <strong>AGORA</strong>!</p>
<p>Por mais que nossa sociedade insista em passar a impressão de que não somos capazes disso, acredite, somos os únicos com este poder.</p>
<p>Quem sabe, daqui a alguns anos, não seremos mais chamados de <em>Sociedade de Consumo,</em> mas seremos lembrados como a <em>Sociedade de Abundância</em>. E que esta <strong>abundância</strong> seja, principalmente, de <strong>felicidade</strong>.</p>
<p><strong>Referências:</strong><br />
1 &#8211; A História das coisas &#8211; Annie Leonard;<br />
2 &#8211; Instituto Akatu;<br />
3 &#8211; &#8220;Anatomia do consumo&#8221; de Camila Pereira e Marcos Todeschini &#8211; Revista Veja &#8211; 17 de dezembro de 2008.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2011/02/08/consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Recapitulando&#8230;</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2009/10/25/recapitulando/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=recapitulando</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2009/10/25/recapitulando/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 17:24:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=731</guid>
		<description><![CDATA[Pessoal, como o blog está para completar 1 ano de vida e ficamos um tempinho sem adicionar novos posts, decidi recapitular (para nós mesmos) o objetivo deste blog, destacar alguns posts, além de apresentar os novos projetos que serão temas recorrentes, nos nossos futuros posts.
Gostaria de destacar que o projeto do blog nasceu da idéia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, como o blog está para completar 1 ano de vida e ficamos um tempinho sem adicionar novos posts, decidi recapitular (para nós mesmos) o objetivo deste blog, destacar alguns posts, além de apresentar os novos projetos que serão temas recorrentes, nos nossos futuros posts.</p>
<p>Gostaria de destacar que o projeto do blog nasceu da idéia de documentar e compartilhar as experiências de uma &#8216;jornada&#8217; que eu e minha esposa decidimos trilhar. Essa &#8216;jornada&#8217; seria uma busca por um estilo de vida que refletisse nossos valores, crenças, filosofias. Em síntese, buscamos um estilo de vida que valorize a felicidade e a qualidade de vida, por meio da cooperação e da vida comunitária.</p>
<p>Esperamos, com o blog, trocar informações que nos ajudem nesta &#8216;jornada&#8217; e que inspirem outras pessoas que estão em busca de seus sonhos.</p>
<p>Para tanto, nos mudamos de São Paulo para Piracicaba, nos envolvemos com vários projetos em uma ONG local e estamos iniciando o projeto de uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecovila" target="_blank">ecovila</a> urbana. Estes foram os primeiros passos no intuito de experimentarmos uma vida mais frugal, sustentável e comunitária, bem pertinho da mãe natureza.</p>
<p><strong>O BLOG:</strong></p>
<p>Apresentação: <a href="http://www.ecosofando.com.br/o-site/" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/o-site/</a></p>
<p>Motivação:</p>
<ul>
<li>Ricardo: <a href="http://www.ecosofando.com.br/2008/12/03/diario-de-bordo/" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/2008/12/03/diario-de-bordo/</a></li>
<li>Luciane: <a href="http://www.ecosofando.com.br/2008/12/03/como-um-peixe-fora-dagua/" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/2008/12/03/como-um-peixe-fora-dagua/</a></li>
</ul>
<p>Alguns posts em destaque:</p>
<ul>
<li>O mais polêmico: <a href="http://www.ecosofando.com.br/2008/12/17/consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania/" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/2008/12/17/consumo-consciente-como-exercicio-de-cidadania/</a></li>
<li>O meu post preferido: <a href="http://www.ecosofando.com.br/2009/07/14/ecos-do-cerrado/" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/2009/07/14/ecos-do-cerrado/</a></li>
<li>O assunto quem traz o maior número de leitores, via ferramentas de busca, é RECICLAGEM:
<ul>
<li><a href="http://www.ecosofando.com.br/2009/06/04/objetos-de-decoracao-usando-materiais-reciclaveis/" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/2009/06/04/objetos-de-decoracao-usando-materiais-reciclaveis/</a></li>
<li><a href="http://www.ecosofando.com.br/2009/06/04/reciclagem-no-escritorio/" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/2009/06/04/reciclagem-no-escritorio/</a></li>
<li><a href="http://www.ecosofando.com.br/2009/06/04/caxepo-feito-com-jornal/" target="_blank">http://www.ecosofando.com.br/2009/06/04/caxepo-feito-com-jornal/</a></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>PROJETOS RELACIONADOS:</strong></p>
<p>Os projetos, apresentados a seguir, serão temas recorrentes dos futuros posts do blog.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Workshops de sustentabilidade doméstica:</span></strong><br />
Em parceria com a <a href="http://www.institutoaf.org.br" target="_blank">ONG Instituto Ambiente em Foco</a>, o Ecosofando vai promover workshops itinerantes, nas comunidades de Piracicaba, para divulgar e absorver soluções em sustentabilidade doméstica (reciclagem, reaproveitamento etc). Essas reuniões visam criar uma rede de sustentabilidade fundamentada na sabedoria popular, criando agentes multiplicadores destas pequenas, mas impactantes, soluções caseiras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Grupo de trabalho de Tecnologias Sociais Comunitárias:</strong></span><br />
Proposta: Articular ações comunitárias em torno do desenvolvimento e da difusão de tecnologias apropriadas, dos pontos de vista ambiental, econômico e sócio-cultural (hortas domésticas e comunitárias, energias alternativas e soluções de saneamento de baixo custo, entre outros &#8211; <a href="http://www.institutoaf.org.br/tsc" target="_blank">http://www.institutoaf.org.br/tsc</a>).<br />
Apresentação: <a href="http://www.institutoaf.org.br/areas-tematicas/tecnologias-socias-comunitarias/saiba-mais/" target="_blank">http://www.institutoaf.org.br/areas-tematicas/tecnologias-socias-comunitarias/saiba-mais/</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Engajados: rede social digital para articulação de coletivos sócio ambientais.</strong></span><br />
Utilização dos conceitos de redes sociais digitais (Facebook, Orkut, Namoroonline, entre outros) para articulação de grupos engajados nos temas sócio ambientais. (EM DESENVOLVIMENTO).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ecovila urbana:</strong></span><br />
Experiência vivencial em assentamento humano sustentável. Estamos articulando a construção de uma ecovila urbana, em Piracicaba, para absorção e difusão de soluções integrais para uma vida sustentável e solidária. Para saber mais sobre ecovilas: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecovila" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecovila</a></p>
<p>Se alguem quiser saber um pouco mais sobre estes projetos, por favor, entre em contato conosco!</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2009/10/25/recapitulando/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ecos do cerrado</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2009/07/14/ecos-do-cerrado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ecos-do-cerrado</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2009/07/14/ecos-do-cerrado/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 20:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Prática]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=681</guid>
		<description><![CDATA[Imagine um cenário futurístico que mescle construções estranhas (geodésicas, parabolóides hiperbólicas&#8230;) e equipamentos esquisitos. Acrescente uma flora marcante e uma fauna abundante (tucanos, borboletas, morcegos, calangos,&#8230;). Adicione belas paisagens, como um por de sol de tirar o fôlego. Imagine, também, um grupo de pessoas totalmente diversificado. Diferentes culturas, diferentes idiomas, diferentes ideologias e objetivos, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine um cenário futurístico que mescle construções estranhas (<a title="Cúpula Geodésica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%BApula_geod%C3%A9sica" target="_blank">geodésicas</a>, <a title="Parabolóide hiperbólica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parabol%C3%B3ide" target="_blank">parabolóides hiperbólicas</a>&#8230;) e equipamentos esquisitos. Acrescente uma flora marcante e uma fauna abundante (tucanos, borboletas, morcegos, calangos,&#8230;). Adicione belas paisagens, como um por de sol de tirar o fôlego. Imagine, também, um grupo de pessoas totalmente diversificado. Diferentes culturas, diferentes idiomas, diferentes ideologias e objetivos, mas com algo em comum, um desejo enorme de construir habitações com o mínimo de impacto ambiental. Imaginou? Ainda assim é pouco para entender o que ocorreu no <a title="Bioconstruindo" href="http://www.ecocentro.org/bioconstruindo/" target="_blank">Bioconstruindo 2009</a>, que aconteceu do dia 5 até o dia 12, deste mês, no <a title="Ecocentro IPEC" href="http://www.ecocentro.org/inicio.do" target="_blank">Ecocentro IPEC</a>, em <a title="Pirenópolis" href="http://maps.google.com.br/maps?q=piren%C3%B3polis&amp;oe=utf-8&amp;rls=com.ubuntu:pt-BR:unofficial&amp;client=firefox-a&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;split=0&amp;gl=br&amp;ei=ZeNcSo2xH5HcNcnBsa4C&amp;sa=X&amp;oi=geocode_result&amp;ct=title&amp;resnum=1" target="_blank">Pirenópolis-GO</a>.</p>
<p>O IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado) é um centro de excelência em sustentabilidade que reúne um ecocentro e uma ecovila (assentamento humano de impacto sócio ambiental positivo), totalmente estruturados sob a luz da <a title="Permacultura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Permacultura" target="_blank">Permacultura</a>. Entre os diversos cursos e vivências oferecidas pelo instituto, os três mais conhecidos são o PDC (Permacultura – Design e Consultoria), o Ecovilas e o Bioconstruindo, no qual eu fiz parte, este ano.</p>
<p>Neste curso, foram oferecidas oficinas e palestras sobre as técnicas de bio-construção. Técnicas sociais eficientes, sustentáveis e em contínuo desenvolvimento. Construímos paredes, jardins sobre telhados, cisternas de captação de água da chuva, canteiros bio-sépticos para tratamento de águas cinzas e negras, e construímos, principalmente, novas relações. Construímos relações inéditas com a natureza, com o habitar, com o cooperar, com o próximo, com o “nem tão próximo”, com o celebrar, com a vida.</p>
<p>É incrível ver emergir, a olhos vistos, estruturas magníficas, pelas mão nem sempre coordenadas e sincronizadas de um grupo que pensa diferente, mas trabalha em conjunto, numa dança de erros e acertos que só se mostra perfeita quanto avistamos sua totalidade.</p>
<p>É verdade&#8230;essa semana mexeu comigo&#8230;será que é isso que chamam de experiência mística?</p>
<p>Construí amizades que mesmo que não durem para sempre, com certeza, nunca serão esquecidas, pois fazem parte de mim.</p>
<p>Mas construí, principalmente, uma certeza&#8230;&#8230;é possível “bio-construir” uma nova sociedade.</p>
<p>Essa nova sociedade deve nascer, não de iniciativas centralizadas, controladas e coordenadas, mas de um número incontável de novas relações entre as pessoas e entre as pessoas e o meio ambiente. Não deve acontecer rapidamente, mas no tempo da natureza, onde as coisas amadurecem no tempo certo. Não é uma nova sociedade em suas partes, mas em como essas partes se organizam como um todo.</p>
<p>Eu sei&#8230;Eu sei&#8230;é muita coisa para concluir em uma semana.<br />
Claro, esta experiência intensa só veio “colocar os pingos nos is” em algo que já estava surgindo dentro de mim.</p>
<p>Como é bom ter uma experiência nova e especial em uma vida marcada pela rotina e pelo desenvolvimento individual.</p>
<p>Valeu a pena! Já voltei para a cidade, mas ainda vou ouvir, por muito tempo, os ecos do cerrado&#8230;</p>
<p><a title="Fotos - Bioconstruindo 2009" href="http://picasaweb.google.com/lardocelar/Bioconstruindo2009" target="_blank">MINHAS FOTOS DO BIOCONSTRUINDO 2009</a></p>
<p><a title="Outras fotos - Bioconstruindo" href="http://www.ecocentro.org/galeria/main.php?g2_itemId=2748" target="_blank">MAIS FOTOS DO BIOCONSTRUINDO 2009</a></p>
<p>Para saber mais:</p>
<ul>
<li><a title="Ecocentro IPEC" href="http://www.ecocentro.org" target="_blank">Site do Ecocentro IPEC</a>;</li>
<li><a title="Blog da Família Sustentável" href="http://www.ecocentro.org/blog/" target="_blank">Blog da família sustentável</a>;</li>
<li><a title="Permacultura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Permacultura" target="_blank">Sobre a Permacultura</a>;</li>
<li><a title="Bio-construção" href="http://www.bioarquiteto.com.br/bioconstrucao/" target="_blank">Sobre bio-construção</a>;</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2009/07/14/ecos-do-cerrado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Consumo local e agroecológico &#8211; saúde e solidariedade são os pratos do dia (parte 2)</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/16/consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-2</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/16/consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 21:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Prática]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=620</guid>
		<description><![CDATA[Continuando o post anterior, eu gostaria de abordar as bases estruturais e as dificuldades enfrentadas, discutidas no evento &#8220;Troca de experiências entre alianças urbano-rurais&#8221;, promovido pelo SESC-Piracicaba.
Sobre as redes de produção e consumo&#8230;
As bases estruturais, comuns, entre as redes de produção e consumo de produtos locais agroecológicos, apresentadas neste debate, foram:

Formação de rede de produtores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o <a title="Parte 1" href="http://www.ecosofando.com.br/2009/05/15/consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-1/" target="_self">post anterior</a>, eu gostaria de abordar as bases estruturais e as dificuldades enfrentadas, discutidas no evento &#8220;Troca de experiências entre alianças urbano-rurais&#8221;, promovido pelo SESC-Piracicaba.</p>
<p><strong>Sobre as redes de produção e consumo&#8230;</strong></p>
<p>As bases estruturais, comuns, entre as redes de produção e consumo de produtos locais agroecológicos, apresentadas neste debate, foram:</p>
<ul>
<li>Formação de rede de produtores locais (fornecedores);</li>
<li>Formação de núcleo de consumos (consumidores);</li>
<li>Respeito aos princípios da agroecologia, da economia solidária, do comércio justo e do consumo responsável;</li>
</ul>
<p>Muitos aspectos deste debate me chamaram atenção e, aqui, destaco alguns deles:</p>
<ul>
<li>Muitos produtores da rede não são certificados como produtores orgânicos (pelo custo da certificação, acesso às informações, entre outros motivos). Porém, durante o processo de incubação destes produtores, eles são examinados, instruídos e monitorados, garantindo, assim, a boa procedência de seus produtos;</li>
<li>Achei muito interessante um comentário de uma das produtoras rurais que fazem parte da rede de Piracicaba (<strong>correção: </strong>esta produtora se chama Ana , faz parte da rede de São Paulo e pertence ao projeto Mãos e Mentes de Parelheiros): “Não é porque você não estuda que você vai para a roça, para ir para a roça você tem que estudar” – mostrando sua preocupação com a reciclagem de conceitos, o que é fundamental para a mudança da produção tradicional para a agroecológica;</li>
<li>Ficou muito claro, por diversas declarações, que os assuntos agroecologia e solidariedade, são inseparáveis no contexto destas redes;</li>
</ul>
<p><strong>Algumas das dificuldades&#8230; </strong></p>
<p>Algumas dificuldades para manter e ampliar o acesso e a penetração destas redes em nossa sociedade foram discutidas durante o evento. Destaco algumas delas:</p>
<ul>
<li>Ainda não existe uma organização técnica entre estes produtores, e isso é algo que é almejado pela rede de Piracicaba, formada, principalmente, por profissionais de agronomia;</li>
<li>O problema de percepção do consumidor. Existe uma idéia comum de que os produtos orgânicos são artigos de luxo. Isso acontece muito porque os produtos orgânicos que temos contato, no dia-a-dia, são aqueles na prateleira do supermercado. Os preços, formados nesta situação, são conseqüência de uma seqüência interminável de atravessadores e custos de transporte e armazenagem. Diferentemente, os produtos agroecológicos locais, comprados diretamente do produtor, têm os seus preços compostos pelo preço do produtor e um elemento de manutenção das redes de distribuição (baseados no conceito da Economia Solidária). Os preços dos produtos orgânicos da rede, portanto, equivalem ao preço dos produtos tradicionais.</li>
<li>O problema da expectativa do consumidor (I). Vivemos em uma sociedade que valoriza a estética sobre a saúde. A fantástica aparência dos produtos tradicionais, muitas vezes alcançada por meio da utilização de grande número de substâncias tóxicas, é um atrativo poderoso, aos olhos do consumidor. Alguns produtores optam pela produção tradicional e a utilização de agrotóxicos para adequar sua produção aos padrões de “qualidade” definidos pela mídia e pelo consumidor;</li>
<li>O problema da expectativa do consumidor (II). Perdemos a noção dos ciclos naturais. Achamos que a natureza produz qualquer coisa, a qualquer momento, em qualquer quantidade.  A produção agroecológica respeita estes ciclos, portanto, não pode oferecer todos os produtos que o consumidor deseja, na hora que deseja;</li>
<li>No caso de Piracicaba, existe uma carência enorme de produtores agroecológicos locais, para formação das redes de produção. Conseqüentemente, a oferta e diversidade de produtos, comercializados pelas redes, ainda são muito pequenas;</li>
</ul>
<p><strong>Opinião 1&#8230;</strong></p>
<p>Gostaria de incluir mais um aspecto que dificulta a adoção de um consumo responsável, destes produtos. Percebi, durante o evento e pela experiência como consumidor da rede, uma tendência à crença de que o consumidor destes produtos tenha que ser um consumidor consciente, engajado e “mente aberta”. Não discordo que, para adotar estas práticas, o sujeito deva estar aberto a experiências. Porém, não acho que estas iniciativas devam mirar somente este perfil. Aliás, eu acho que elas devem privilegiar ações para atingir o “consumidor inconsciente” e cheio de preconceitos (educando e criando estratégias para isso). Pois esta é a grande massa e, se apontarmos para ela, vamos ter uma grande chance de atingir todos os públicos. Digo isso pois deixei de consumir alguns produtos da rede (e consequentemente, comecei a comprar nas grandes redes) pois as dúvidas que enviei, sobre conservação do produto entre outras questões, não foram respondidas. Se queremos formar uma rede de consumidores conscientes temos que tratar muito bem o consumidor. Pois ser inconsciente é MUITO mais fácil.</p>
<p><strong>Opinião 2&#8230;<br />
</strong><br />
Quanto à falta de diversidade e oferta de produtos orgânicos, eu gostaria de deixar uma idéia no ar&#8230; O conceito de horticultura comunitária (horta doméstica e coletiva, urbana ou peri-urbanas, em comunidades carentes) não poderia ser uma solução perfeita para este problema? Além de aumentar a oferta e a diversidade de produtos agroecológicos causaria um enorme efeito social, aumentando a segurança alimentar e a renda destas comunidades carentes.</p>
<p>Você acha que horticultura urbana agroecológica é uma utopia? Então conheça o caso de Cuba, que precisou se adaptar totalmente, após a queda da União Soviética, no chamado Período Especial. Seguem alguns textos e vídeos sobre este assunto:</p>
<p><a href="http://www.ecocentro.org/blog/?p=64" target="_blank">O exemplo de Cuba</a><br />
Agroecologia en Cuba (em espanhol): <a title="Agroecologia en Cuba 1" href="http://www.youtube.com/watch?v=Td-wkmAHilE" target="_blank">parte 1</a>, <a title="Agroecologia en Cuba 2" href="http://www.youtube.com/watch?v=gAkkm_hlfs0" target="_blank">parte 2</a> e <a title="Agroecologia en Cuba 3" href="http://www.youtube.com/watch?v=Z9VE6qZjuLw" target="_blank">parte 3</a><br />
<a title="Cuba 1" href="http://www.youtube.com/watch?v=jRz34Dee7XY" target="_blank">Urban Food Growing in Havana, Cuba</a> (em inglês)</p>
<p><strong>Para saber mais&#8230; </strong></p>
<p>Para saber mais sobre este assunto ou se tornar um consumidor mais saudável e solidário, seguem os dados das redes presentes no evento:</p>
<p>Sementes da Paz (São Paulo):<br />
<a title="Sementes da paz - Morada" href="http://www.moradadafloresta.org/content/blogsection/9/39/" target="_blank">http://www.moradadafloresta.org/content/blogsection/9/39/</a><br />
<a title="Sementes da paz - Atitude Eco" href="http://atitudeeco.com/site/?page_id=302" target="_blank">http://atitudeeco.com/site/?page_id=302</a></p>
<p>Rede de Produção e Consumo Solidário (Piracicaba):<br />
<a title="Terramater" href="http://www.terramater.org.br/rede" target="_blank">http://www.terramater.org.br/rede</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/16/consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Consumo local e agroecológico &#8211; saúde e solidariedade são os pratos do dia (parte 1)</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/15/consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-1</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/15/consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Prática]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=608</guid>
		<description><![CDATA[Adoro debater sobre atitudes que geram grandes impactos em rede. O consumo de produtos locais agroecológicos é um dos meus assuntos preferidos.
Nos mês passado, participei de um encontro chamado &#8220;Troca de experiências entre alianças urbano-rurais&#8221;, promovido pelo SESC-Piracicaba. Neste evento estavam presentes a Rede Sementes da Paz (São Paulo), a Rede de Produção e Consumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro debater sobre atitudes que geram grandes impactos em rede. O <strong>consumo de produtos locais agroecológicos</strong> é um dos meus assuntos preferidos.</p>
<p>Nos mês passado, participei de um encontro chamado &#8220;Troca de experiências entre alianças urbano-rurais&#8221;, promovido pelo SESC-Piracicaba. Neste evento estavam presentes a Rede Sementes da Paz (São Paulo), a Rede de Produção e Consumo Solidário (Ong Terramater &#8211; Piracicaba), o movimento Slow Food de Piracicaba, alguns produtores rurais, além de vários curiosos (como eu).</p>
<p>A Rede de Produção e Consumo Solidário eu já conhecia, pois compro seus produtos desde que me mudei para Piracicaba. Toda sexta-feira, eu faço minha lista de pedidos e envio pela internet. Toda terça-feira, busco os alimentos locais e agroecológicos, fresquinhos, no ponto de coleta.</p>
<p>A Rede Sementes da Paz eu conheci quando fui comprar as minhocas para o meu vermicompostor, na ecovila urbana Morada da Floresta, que é um dos núcleos de distribuição dos produtos da rede.</p>
<p>Já o Slow Food, que é um movimento de resgate às nossas tradições gastronômicas e das relações humanas relacionadas à alimentação (como reunir a família e os amigos para um jantar), eu só tinha conhecimento por artigos de internet. O Slow Food foi criado na Itália em 1986 e seu nome foi desenvolvido como um protesto ao Fast Food.</p>
<p><strong>Os benefícios do consumo orgânico local&#8230;</strong></p>
<p>Os benefícios de uma alimentação orgânica (agro-ecológica, como é preferível chamá-la, atualmente) para a saúde, já é bem difundida. Sabemos que a ausência de elementos provenientes dos pesticidas e os outros agrotóxicos trás grandes benefícios a nossa saúde.</p>
<p>Sabemos, também, que o consumo de produtos agroecológicos locais, tem um importante papel ambiental, seja pela eliminação do uso de substâncias poluentes que desequilibram os ciclos naturais, seja pela redução na emissão de gases relacionados ao aquecimento global (GEE), pois os produtos não precisam de transporte de longa distância.</p>
<p>Porém, os benéficos sociais desta prática, ainda são desconhecido pela grande maioria. Consumir produtos comprados diretamente do produtor aumenta a chance de sobrevivência destas comunidades e famílias que, na ausência destas iniciativas, têm que se submeter às regras absurdas das grandes redes de comercialização e da pressão que os inúmeros atravessadores exercem sobre o preço de venda do seu produto. Os agricultores familiares acabam tendo que pagar para trabalhar e muitos destes acabam, inevitavelmente, interrompendo sua produção (tanto para consumo próprio, quanto para comercialização) em busca de uma nova forma de ganhar a vida. Muitos outros problemas sociais e ambientais podem surgir a partir deste cenário.</p>
<p>Existe um outro aspecto social envolvido no consumo destes produtos, relacionado ao momento da retirada dos produtos encomendados. Todos os consumidores devem buscar seus produtos em um determinado núcleo de distribuição. Esta interação entra consumidores (e alguns produtores) cria algumas relações interessantes e fortalece o grupo, como um todo.</p>
<p>Portanto, consumir produtos agroecológicos locais tem um impacto positivo imenso na rede de relações humanas e ambientais, que formam a nossa realidade.</p>
<p>VAMOS ADERIR A CAUSA?!!</p>
<p><strong>Para saber mais&#8230; </strong></p>
<p>Para saber mais sobre este assunto ou se tornar um consumidor mais saudável e solidário, seguem os dados das redes presentes no evento:</p>
<p>Sementes da Paz (São Paulo):<br />
<a title="Sementes da paz - Morada" href="http://www.moradadafloresta.org/content/blogsection/9/39/" target="_blank">http://www.moradadafloresta.org/content/blogsection/9/39/</a><br />
<a title="Sementes da paz - Atitude Eco" href="http://atitudeeco.com/site/?page_id=302" target="_blank">http://atitudeeco.com/site/?page_id=302</a></p>
<p>Rede de Produção e Consumo Solidário (Piracicaba):<br />
<a title="Terramater" href="http://www.terramater.org.br/rede" target="_blank">http://www.terramater.org.br/rede</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/15/consumo-local-e-agroecologico-saude-e-solidariedade-sao-os-pratos-do-dia-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De volta à ativa&#8230;e longe da selva de pedra</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/13/de-volta-a-ativae-longe-da-selva-de-pedra/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=de-volta-a-ativae-longe-da-selva-de-pedra</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/13/de-volta-a-ativae-longe-da-selva-de-pedra/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 15:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=581</guid>
		<description><![CDATA[Após algum &#8220;tempo sem tempo&#8221;, estou de volta à ativa&#8230;
Durante o período que estive ausente, muita coisa aconteceu&#8230;
Mudamos para Piracicaba (interior de SP)&#8230;
A Lu iniciou um projeto de pós-doutorado na ESALQ-USP (Escola Superior de Agricultura &#8220;Luiz de Queiroz&#8221;) e, portanto, seria uma grande oportunidade de iniciarmos uma vida longe da grande metrópole. Eu adorei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após algum &#8220;tempo sem tempo&#8221;, estou de volta à ativa&#8230;<br />
Durante o período que estive ausente, muita coisa aconteceu&#8230;</p>
<p>Mudamos para Piracicaba (interior de SP)&#8230;<br />
A <a title="Lu" href="http://www.ecosofando.com.br/2008/12/03/como-um-peixe-fora-dagua/" target="_blank">Lu</a> iniciou um projeto de pós-doutorado na <a title="ESALQ" href="http://www.esalq.usp.br/" target="_blank">ESALQ-USP</a> (Escola Superior de Agricultura &#8220;Luiz de Queiroz&#8221;) e, portanto, seria uma grande oportunidade de iniciarmos uma vida longe da grande metrópole. Eu adorei a idéia, pois meu trabalho é todo online e, portanto, não teria problema em continuá-lo em outra cidade.</p>
<p>Algumas vantagens foram alcançadas, com esta mudança, em relação ao <a title="Projeto de vida" href="http://www.ecosofando.com.br/2008/12/03/diario-de-bordo/" target="_blank">nosso projeto de vida</a>:</p>
<ol>
<li>Certamente, em São Paulo, acontecem muito mais eventos (palestras, cursos, oficinas,&#8230;) sócio-ambientais que em Piracicaba, mas por uma questão de escala, a sensação é de que aqui esteja rolando muito mais coisa. E tudo está a uma distância viável (e sem trânsito, é claro&#8230;rs).</li>
<li>Em Piracicaba temos, em curtas distâncias, o meio urbano, peri-urbano e rural. Isso traz grandes vantagens para quem quer estudar soluções de sustentabilidade.</li>
<li>Aqui temos a ESALQ-USP, que é uma escola de agronomia reconhecida como referência mundial no assunto. E agricultura é um assunto fundamental para as questões  sócio-ambientais.</li>
<li>Estamos a, mais ou menos, 2 horas de São Paulo, o que nos possibilita estar sempre com nossa família, seja indo à metrópole ou, principalmente, recebendo-os por aqui.</li>
<li>E a natureza&#8230;.aaahhhh&#8230;a natureza&#8230; Sobre isso eu não preciso escrever, basta dar uma olhada nas imagens, no fim deste post.</li>
<li>É importante ressaltar que Piracicaba não é um paraiso sócio-ambiental, nem um modelo de sustentabilidade. Longe disso! Existem inúmeros desafios para enfrentar e isso torna a cidade ainda mais interessante.</li>
</ol>
<p>Resumindo: ganhamos em qualidade de vida, temos mais tempo para fazer as coisas que realmente achamos importantes, criamos um local de refúgio para amigos e parentes que querem dar um tempo na cidade grande, temos a oportunidade de estar em contato com o meio rural, estamos em uma cidade carente de soluções sócio-ambientais, entre muitas outras vantagens sutis&#8230;</p>
<p>Nos próximos posts vou contar um pouco dos eventos sócio-ambientais que já participamos nestes dois primeiros meses de Piracicaba.</p>
<p>E AGORA, AS IMAGENS&#8230;<img class="alignleft" title="Mirante" src="http://lh5.ggpht.com/_vBBjY899Yeg/SfjJYCbcbYI/AAAAAAAAAFs/BhVwTRg3KpI/s288/DSC02627.JPG" alt="" width="288" height="216" /><img class="alignleft" title="Rio Piracicaba" src="http://lh6.ggpht.com/_vBBjY899Yeg/SfjJds2fpTI/AAAAAAAAAGE/s5R5RgDRKkA/s288/DSC02632.JPG" alt="" width="288" height="216" /><img class="alignnone" title="Engenho Central" src="http://lh3.ggpht.com/_vBBjY899Yeg/SfjQlNXCiJI/AAAAAAAAAMw/QRE5zGdmQCg/s288/DSC02584.JPG" alt="" width="288" height="216" /><img class="alignleft" src="http://lh3.ggpht.com/_vBBjY899Yeg/SfjQQWTB9XI/AAAAAAAAALk/l9dr_yEyAVU/s288/DSC02555.JPG" alt="" width="216" height="288" /><img class="alignleft" title="Museu da água" src="http://lh6.ggpht.com/_vBBjY899Yeg/SfjQM1IyuVI/AAAAAAAAALc/VdnM2Vgp65E/s288/DSC02554.JPG" alt="" width="288" height="216" /><br />
<img class="alignleft" title="Rio Piracicaba" src="http://lh5.ggpht.com/_vBBjY899Yeg/SfjJLI8oFzI/AAAAAAAAAFE/geevf_29HiA/s288/DSC02613.JPG" alt="" width="288" height="216" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2009/05/13/de-volta-a-ativae-longe-da-selva-de-pedra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os animais abandonados são nossa responsabilidade!</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2009/01/25/os-animais-abandonados-sao-nossa-responsabilidade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=os-animais-abandonados-sao-nossa-responsabilidade</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2009/01/25/os-animais-abandonados-sao-nossa-responsabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 23:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[Prática]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=382</guid>
		<description><![CDATA[Este fim de semana, ouvi no rádio, o conto que reproduzo a seguir.  Não sei quem é o autor.

O Jovem e as estrelas-do-mar
Numa praia tranqüila, morava um escritor.
Todas as manhãs ele passeava pela praia, olhando as ondas. Esta era sua forma de inspirar-se para escrever.
Um dia, caminhando pela areia, viu um jovem pegando estrelas-do-mar, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este fim de semana, ouvi no rádio, o conto que reproduzo a seguir.  Não sei quem é o autor.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>O Jovem e as estrelas-do-mar</strong></p>
<p>Numa praia tranqüila, morava um escritor.<br />
Todas as manhãs ele passeava pela praia, olhando as ondas. Esta era sua forma de inspirar-se para escrever.</p>
<p>Um dia, caminhando pela areia, viu um jovem pegando estrelas-do-mar, uma a uma, e jogando-as de volta ao oceano.</p>
<p>- Por que você está fazendo isso? – perguntou o escritor, curioso.</p>
<p>- Não vê que a maré baixou e o sol está brilhando forte? Se essas estrelas ficarem aqui na areia, elas vão secar e morrer!</p>
<p>O escritor até que achou bonita a intenção do garoto,  porém comentou:</p>
<p>- Só que existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, meu caro. Centenas de milhares de estrelas-do-mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?</p>
<p>O jovem olhou para o escritor, pegou mais uma estrela na areia, jogou na água do mar, voltou a olhar para ele e disse:</p>
<p>- Pra essa, eu fiz diferença.</p></blockquote>
<p>Claro que podemos analisar este conto com um ponto de vista sistêmico e concluir que a variação das marés, a temperatura do sol, a distribuição física das estrelas do mar, entre outros fatores, fazem parte do processo de seleção natural desta espécie. A interferência humana nesses processos  (em grande escala), mesmo quando impelida de uma boa intenção, pode causar danos ao equilíbrio natural.</p>
<p>Porém, no caso dos animais abandonados nas nossas grandes cidades, o cenário é bem mais complexo. Para eles, o homem adicionou muitos fatores <em>artificiais</em> ao seu processo de seleção. Enfraqueceu as espécies com suas seleções <em>intencionais</em> (novas raças) e criou um habitat totalmente inóspito para sua sobrevivência. Criou as &#8216;selvas urbanas&#8217;, caracterizadas pelas estruturas de cimento, pelos labirintos de asfalto com seus violentos veículos de transporte movidos à combustão e pelo incrível poder de deixar invisíveis, tanto os animais quanto os próprios seres humanos menos <em>privilegiados</em>, além daqueles que utilizam <a title="Transporte Ativo" href="http://blog.transporteativo.org.br/sobre/" target="_blank">transportes ativos</a> (<a title="Apocalipse Motorizado" href="http://apocalipsemotorizado.net/2009/01/15/marcia/" target="_blank">bicicletas</a>, pés, etc&#8230;).</p>
<p>Neste contexto, considero que a interferência humana não seja um caso de boa ação, mas um dever. Então, como podemos ajudar?</p>
<ul>
<li>Podemos contribuir com associações que cuidam de animais abandonados (existem MUITAS formas de contribuir e muitas delas não envolvem transferências financeiras);</li>
<li>Devemos <a title="Denuncie" href="http://www.projetocel.org.br/site_novo/LNK20.asp" target="_blank">denunciar</a> maus tratos;</li>
<li>Podemos nos candidatar à adoção destes animais;</li>
</ul>
<p>Entendo que as duas primeiras ações podem ser exercidas por qualquer pessoa. Já a terceira opção só deve ser escolhida por pessoas que, realmente, <a title="Posse responsável" href="http://www.projetocel.org.br/site_novo/lnk02A.asp" target="_blank">entendem o que é ter um animal sobre sua guarda</a>. O animal não é um objeto para despejarmos nossos desejos e ansiedades, mas um ser vivo para nos relacionarmos, compartilhando carinho e amor (incondicional?).</p>
<p>Bom&#8230;<br />
Para quem se sente <a title="Projeto CEL - Os 11 mandamentos" href="http://www.projetocel.org.br/site_novo/lnk02F.asp" target="_blank">preparado</a> para este tipo de relacionamento e para todos que desejam ajudar das várias formas possíveis, seguem algumas associações engajadas no tema:</p>
<ul>
<li><a title="Adote um focinho" href="http://www.adoteumfocinho.com.br/" target="_blank"> Adote um Focinho</a> (Associação Casa da Passagem São Lázaro)</li>
<li><a title="Projeto CEL" href="http://www.projetocel.org.br" target="_blank">Projeto CEL &#8211; Casa Esperança e Liberdade para Animais Carentes</a></li>
</ul>
<p>Para encerrar este post eu gostaria de deixar duas frases que encontrei na internet, nestes últimos dias:</p>
<blockquote><p>A questão não é &#8220;Eles são racionais?&#8221; ou &#8220;Eles podem falar?&#8221; mas &#8220;Eles podem sofrer?&#8221; &#8211; Jeremy Bentham</p></blockquote>
<blockquote><p>A grandeza de uma nação e seu progresso moral podem ser medidos pela forma como os animais são tratados &#8211; Gandhi</p></blockquote>
<p>ELES AGRADECEM&#8230;..</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ecosofando.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dogs.jpg"><img class="size-full wp-image-433 aligncenter" title="dogs" src="http://www.ecosofando.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dogs.jpg" alt="dogs" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2009/01/25/os-animais-abandonados-sao-nossa-responsabilidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revolução sim, violência não!</title>
		<link>http://www.ecosofando.com.br/2008/12/22/revolucao-sim-violencia-nao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=revolucao-sim-violencia-nao</link>
		<comments>http://www.ecosofando.com.br/2008/12/22/revolucao-sim-violencia-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 19:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofando]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecosofando.com.br/?p=227</guid>
		<description><![CDATA[Acho que algumas atitudes ativistas são essenciais para sensibilizar, para tocar mais fundo o coração das pessoas, de modo que elas possam sair do seu estado de inércia e iniciar um movimento mais pró ativo e mais consciente. Acho que devemos assumir a responsabilidade de proteger o planeta, mas sou completamente contra a violência em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que algumas atitudes ativistas são essenciais para sensibilizar, para tocar mais fundo o coração das pessoas, de modo que elas possam sair do seu estado de inércia e iniciar um movimento mais pró ativo e mais consciente. Acho que devemos assumir a responsabilidade de proteger o planeta, mas sou completamente contra a violência em todos os casos.</p>
<p>Não devemos confundir ATIVISMO com &#8220;EXTREMISMO&#8221;. Invadir e destruir espaços privados ou públicos (<a href="http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/11/10/ativistas_invadem_laboratorio_da_usp-586330600.asp" target="_blank">como no episódio ocorrido, na USP, em novembro</a>), machucar pessoas em prol da causa ambiental, não se justifica. Acredito que atitudes como estas não ajudam a sensibilizar as pessoas. Atitudes como estas não promovem mudança de pensamento e atitude, pelo contrário, só alimenta a discórdia.</p>
<p>Será que devemos defender o meio ambiente com a mesma ARROGÂNCIA e INTOLERÂNCIA daqueles que se jugam donos da verdade?</p>
<p>Acho que, mesmo defendendo o planeta, não devemos nos julgar donos da razão e achar que nossa forma de viver e ver o mundo é melhor do que a dos outros.<br />
Concordo plenamente com o Path Adams, o médico que inspirou o filme &#8220;O amor é contagioso&#8221; que, em entrevista exibida no Roda Viva da cultura, disse “&#8230; se não mudarmos de uma sociedade que venera o dinheiro e o poder para uma sociedade que venere a compaixão e generosidade, não haverá esperança para a sobrevivência do ser humano &#8230;”  Acho que é neste tipo de ATIVISTA que devemos nos espelhar.<br />
Se você está se perguntando “O que este cara tem a ver com meio ambiente?”. Então, assista a entrevista completa!</p>
<p>Entrevista com Path Adams no Roda Viva:<br />
<a href="http://br.youtube.com/watch?v=8Q7aqa-G0l8" target="_blank">parte 1</a>, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=nvf598Xb6a0" target="_blank">parte 2</a>, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=VplDY2CgI-8" target="_blank">parte 3</a>, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=0xK128fISbo" target="_blank">parte 4</a>, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=F-baYSlZRxI" target="_blank">parte 5</a>, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=nVL2Msqbcms" target="_blank">parte 6</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=X1rdEe9Ikxs" target="_blank">parte 7</a>, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=x0BddPMVJeE" target="_blank">parte 8</a>, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=0oqTfkZxX8o" target="_blank">parte 9</a>, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=Dym3lQ23Ix8" target="_blank">parte 10</a></p>
<p>Pretendemos sim, com nossas idéias, despertar uma revolução, mas uma revolução interna onde cada indivíduo possa repensar e modificar suas atitudes. Uma revolução pacífica.<br />
Estamos aqui para sensibilizar, discutir pontos de vista, repensar atitudes e trocar experiências. Não estamos aqui para ditar o certo, mesmo porque nós também não temos as respostas.<br />
Mais do que para ensinar com nossas experiências, estamos aqui buscando ter a humildade necessária para aprender com os erros, com a diferença, com a diversidade de opiniões.<br />
Então, deixe sua opinião sobre o assunto. Você é a favor ou contra atitudes &#8220;extremistas&#8221; para defender o meio ambiente?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecosofando.com.br/2008/12/22/revolucao-sim-violencia-nao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

